Açúcar: os perigos do excesso para a saúde

Anteriormente  publicamos um artigo no blog que nos alerta de como podemos diminuir o consumo de sal.

Agora é a vez do outro vilão que também está fortemente presente na nossa alimentação: o açúcar.

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/saude/reportagem/alimenta-saude/acucar-perigos-excesso-saude-759510.shtml

Em altas doses, o açúcar provoca de obesidade a falhas de memória e câncer. Aprenda a equilibrar o consumo e conheça os perigos de uma vida açucarada.

No Brasil, estima-se que o consumo de açúcar seja de 22 colheres – o recomendado são, no máximo, dez.
Foto: Natasha Weissenborn

O açúcar está na mira de médicos e nutricionistas tanto quanto a gordura trans, a gordura saturada e o sódio. Para ter ideia dos perigos relacionados a ele, seu consumo deve ser controlado da mesma maneira que o álcool e o tabaco, segundo uma pesquisa da Universidade da Califórnia (EUA). Mas, calma lá, ele não precisa ser totalmente banido da dieta! O exagero é que deve ser evitado. E é exatamente nesse ponto que nós, brasileiros, estamos pecando (e muito). “Prova disso é que, no final do século 19, o consumo médio anual, por pessoa, era de dois quilos de açúcar. Hoje, são 37!

Boa parte desse número se deve à crescente oferta de produtos industrializados ricos nesse ingrediente, já que ele é amplamente utilizado como conservante”, aponta a engenheira de alimentos Karen Guimarães (RJ), do Centro de Competência Alimentação e Saúde da associação de consumidores Proteste. E não raramente ainda adicionamos mais da substância aos preparos diários. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o limite ideal para adultos é de 50 gramas/dia, o equivalente a dez colheres das de chá. Estima-se que no país o consumo seja de 22 colheres – mais que o dobro do recomendado! Não é só: pães e massas, apesar de salgados, são carboidratos que também são convertidos em açúcar no sangue durante a digestão. Veja a seguir os problemas de saúde provocados por um “organismo melado” e como você pode reverter esse quadro mudando alguns hábitos no dia a dia.

OBESIDADE

“Ao mesmo tempo que temos mais acesso à comida, o avanço tecnológico trouxe facilidades que diminuíram drasticamente o gasto calórico. Computadores e carros, por exemplo, ajudam a aumentar os índices de obesidade”, conta a nutróloga Liliane Oppermann (SP). No final do ano passado, a OMS divulgou um artigo confirmando a relação entre obesidade e consumo de açúcar. Uma das bases dessa teoria é que ele é viciante: uma vez ingerido, o ingrediente eleva a produção de hormônios que causam a sensação de bem-estar. O efeito é momentâneo e, logo que passa, você fica tentada a atacar mais uma guloseima. “A obesidade facilita a incidência de diabetes, hipertensão e colesterol alto”, completa a médica.

DIABETES TIPO 2

O açúcar e os carboidratos são convertidos em glicose e usados como energia pelo corpo. Mas quem exagera na ingestão pode ter resistência à ação do hormônio insulina, que retira a glicose do sangue e o envia às células para ser utilizado ou estocado. “O açúcar fica na corrente sanguínea, favorecendo problemas cardiovasculares”, diz Liliane. Além do histórico familiar, a obesidade facilita o surgimento do diabetes, que pode matar quando não é tratado corretamente.

CÂNCER

Segundo um estudo da Universidade Yeshiva (EUA), taxas elevadas de açúcar no sangue estão ligadas ao aumento do risco de câncer colorretal em mulheres, ainda não se sabe bem o porquê. “O que já observamos é que pacientes com sobrepeso e alterações metabólicas, como baixo índice de bom colesterol e hipertensão, no geral, são mais predispostos a desenvolver câncer. Mas ainda são necessárias outras pesquisas para explicar essa relação”, explica o oncologista clínico Hezio J. Fernandes (SP).

PROBLEMAS CARDÍACOS

Muito se fala sobre os efeitos do sal na pressão arterial, mas pesquisadores do Imperial College London (Inglaterra) descobriram que ingerir bebidas doces em excesso também eleva o risco de hipertensão. A relação não foi 100% decifrada, mas uma das hipóteses é que o açúcar desequilibra o tônus dos vasos sanguíneos, causando o sintoma. O aumento da gordura abdominal, que é consequência de uma dieta açucarada, ativa a produção de substâncias com potencial inflamatório. Estas, por sua vez, aumentam o risco da formação de placas de gordura nas artérias, que podem levar a infartos e derrames.

ENVELHECIMENTO PRECOCE

O ingrediente acelera o processo de glicação, um dos responsáveis pelo envelhecimento celular. Acontece assim: a glicose do açúcar adere a uma molécula de proteína e origina a glicação, chamada de AGES (Advanced Glycation End Products). “Ela deixa as células endurecidas, prejudicando a elasticidade e o viço da pele”, diz Liliane. Surgem então as temidas rugas e manchas. Os AGES também dificultam a renovação celular. Um estudo holandês feito com 600 voluntários de 50 a 70 anos mostrou que quem tinha mais açúcar no sangue aparentava ser cinco meses mais velho.

FALHAS NA MEMÓRIA

Os AGES também causam microlesões no cérebro e danificam áreas relacionadas ao aprendizado e à memória. Uma pesquisa da Universidade da Califórnia (EUA) realizada com ratos mostrou que os bichos que ingeriram xarope de milho rico em frutose (tipo de açúcar encontrado nos refrigerantes, por exemplo) tiveram prejuízo na memória e queda no número de ligações entre os neurônios, o que deixava o cérebro mais lento.

5 TÁTICAS PARA DIMINUIR A DOÇURA

– Priorize a ingestão de alimentos naturais, como as frutas.

“Apesar de conterem açúcar, elas possuem outros nutrientes que as tornam mais saudáveis que um doce. Um exemplo disso são as fibras, que deixam o processo de absorção do açúcar mais lento, evitando picos”, diz a endocrinologista Alessandra Rascovski (SP).

– Consulte os rótulos dos produtos.

Os componentes aparecem na ordem em que são mais utilizados. Evite os que contêm o açúcar entre os primeiros itens listados. E atenção: o ingrediente pode aparecer com outros nomes, como glicose, frutose, sacarose, melaço…

– Prefira os carboidratos complexos (integrais) aos refinados.

Eles possuem baixo índice glicêmico e, portanto, também evitam o excesso de açúcar no sangue.

– Use adoçante sempre que possível.

O produto leva pouquíssima ou nenhuma caloria por porção e tem um poder adoçante potente. Dê preferência à stévia e à sucralose.

– Mexa-se.

Assim o açúcar ingerido é queimado e não se transforma em gordura estocada. Mas o fato de você ser ativa não abre espaço para o exagero, combinado? Mantenha a linha!

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Restaurantes por quilo – “O perigo mora neste balcão”

Caros leitores,

Hoje estive em um restaurante por quilo para almoçar ( o qual prefiro não mencionar) e fiquei pasmo com uma cena que presenciei. Uma senhora que estava na fila servindo o seu  prato teve a cara de pau de enfiar o dedo no molho do peixe para prová-lo antes de servir-se.

Eu chamei a atenção dela com educação, pois não consigo me calar diante dessas situações absurdas. Eu disse que isso não se faz, pois há graves riscos de contaminação dos alimentos. E ela por sua vez apenas riu debochadamente e disse que realmente isso não se faz. Mas ela o fez. Também observei que a reposição dos alimentos a serem  consumidos eram feitos de uma forma pouco correta  – o próprio funcionário da reposição passava nas bordas do balcão de alimentos  um pano feio e sujo. Que horror! E ninguém parecia notar isso. Quanto descaso e descuido.

por-quilo

Encontrei esse artigo abaixo e o compartilho com vocês para que todos estejam mais atentos e mais exigentes em locais como estes.

fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/Edicoes/53/artigo60698-1.asp/

O perigo mora neste balcão

Opção rápida e econômica, o restaurante self-service – do tipo que vende comida por quilo – conquistou bolsos e paladares pelo país. Embora seja o local preferido de quem tem fome e pressa, ele pode representar um sério risco para a sua saúde.

Até meados da década de 1980, eram poucas as alternativas para comer fora de casa, além dos tradicionais restaurantes à la carte e das lanchonetes do estilo fast-food. Com a vida corrida das cidades, começaram a proliferar as opções por quilo — primeiro em São Paulo; depois, Brasil afora. De suas enormes bancadas saltam saladas, carnes, massas e uma infinidade de itens que fazem a festa de todos os gostos e paladares. Mas o que pouca gente sabe é que a aparência que enche os olhos pode enganar muito. Uma singela folha de alface pode estar tão contaminada que é capaz de transmitir verminoses e até hepatite A aos que ousarem consumi-la. O mesmo vale para os demais pratos. Um pequeno descuido — seja na conservação, no preparo ou no manuseio dos alimentos por quem tem algum tipo de doença — eleva as chances de causar intoxicação e, nos organismos debilitados, morte. Um dos problemas mais comuns provocados pelo tratamento inadequado da comida é a contaminação pela salmonela, bactéria que causa diarréias, dores abdominais, febre, dor de cabeça, mal-estar, desidratação e calafrios.

O assunto é sério. Pesquisa realizada pela nutricionista Maria Teresa Trovó de Almeida, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), de Piracicaba (SP), analisou amostras de folhas de alface servidas em sete restaurantes de Limeira, interior paulista, e constatou que 88,6% desse material continha bactérias e coliformes fecais. “A alface e outras folhas devem ser lavadas uma a uma, colocadas em soluções de cloro e vinagre e mantidas sob refrigeração”, ensina a nutricionista Maria Teresa Trovó de Almeida, da Esalq.

O ideal é colocar a verdura na geladeira antes de lavá-la. Assim, você evita que alguns tipos de vermes se prendam a ela.

E uma solução ainda mais segura para não correr qualquer risco de contaminação é deixar as folhas (ou frutas com casca) de molho por cinco minutos numa solução com uma colher (sopa) de água sanitária em um litro de água.

A COMIDA PODE SER CONTAMINADA DURANTE O MANUSEIO, NO PREPARO OU QUANDO É SERVIDA.

Depois, é só lavar bem e servir. Muitas vezes, não dá mesmo para saber se um restaurante self-service tem cuidado com a comida e se preza a qualidade do que serve. Mas alguns sinais dão o alerta para os consumidores. No balcão, por exemplo, deve haver um vidro que separe as pessoas da comida. “Assim, os fios de cabelo dos fregueses ou gotículas de saliva não vão cair sobre os alimentos, contaminando- os, enquanto os clientes se servem”, afirma o bioquímico Roberto Figueiredo — conhecido pelo quadro Dr. Bactéria, exibido no Programa Fantástico, da TV Globo, aos domingos.

Como reconhecer
Outro cuidado importante é verificar se as saladas estão sobre recipientes com gelo e se os pratos quentes realmente estão aquecidos. “Eles devem ser mantidos em banho-maria a 60 graus. A pessoa percebe isso vendo o vapor que se desprende da comida”, ensina o bioquímico. Ainda entre as saladas, a maionese é um dos itens mais perigosos — como lembra Joaquim Almeida, diretor-social da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). Perecível, está sujeita às oscilações de temperatura do ambiente e, conseqüentemente, às contaminações. “Para quem não dispensa o alimento, a opção deve ser sempre pela versão industrializada, que contém conservantes para diminuir o risco de contaminação.”

O diretor da Abrasel faz outras recomendações. “Não se deve estocar comida pronta. O ideal é prepará-la à medida que os itens vão sendo consumidos no salão”, diz Joaquim Almeida. Portanto, olho vivo em lugares que, em vez de trocar as travessas, apenas repõem os alimentos, colocando o mais novo sobre o mais antigo.

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10 alimentos Top para o cabelo saudável

Para restaurar o brilho do seu cabelo ou para evitar perdê-los, qualquer desculpa é boa para nutrirmos adequadamente e garantirmos os nossos cabelos saudáveis.

cabelos

O couro cabeludo precisa de nutrientes em doses certas para garantir o crescimento e saúde do cabelo. Em alguns casos, a perda de cabelo (alopécia) pode ser devido a deficiências nutricionais. Tome nota  que é normal perder entre 50 e 100 fios por dia. Abaixo estão listados os alimentos aliados à saúde do bom cabelo. Devemos priorizar as proteínas.  Os peixe e a carnes contêm aminoácidos, tais como metionina e cistina, que são precursores de queratina, o componente principal do cabelo e também o responsável pela sua estrutura.

1 Peixe

Todos os peixes brancos (como o bacalhau e o pargo) são geralmente mais pobres em gorduras e ricos em proteínas.

2 Gérmen de trigo e outros cereais

Além da fonte de proteína, o parecer científico parece dizer que as vitaminas B são utilizadas para apoiar o crescimento do cabelo e contribuir para a sua beleza. As vitaminas deste complexo podem regular a secreção de sebo no couro cabeludo, além de estimular a circulação do sangue nas raízes do cabelo, fortalecendo-as e aumentando o esplendor da juba.

Enquanto  o gérmen de trigo é um ingrediente rico em vitaminas do complexo B, também é importante variarmos as fontes de grãos para obtermos a gama de vitaminas neste grupo (B1 a B12). Lembrem-se de consumirem muesli, aveia, cuscuz, pão integral, etc

3 Legumes coloridos e frutas coloridas

Pense também na vitamina C (ácido ascórbico), nos flavonóides com antioxidante que protege os folículos e reduzir a perda de cabelo. Coma legumes e frutas das mais variadas cores.

4 Ovos inteiros

A gema do ovo é um remédio tradicional para uma bela juba. O seu teor de vitamina A garante a regeneração do tecido do couro cabeludo. A clara, pura proteína.

5  Chocolate amargo

Outro nutriente essencial para a saúde do cabelo é o ferro, o responsável pela hemoglobina que faz oxigenar o cabelo.  Carnes de caça, feijão vermelho, aveia e quinoa também são outras fontes de ferro.

6 Lentilhas

Esta alternativa vegetariana representa um “jackpot” na sorte nutricional de proteínas, vitaminas do complexo B e o zinco, responsável pelo brilho e estimulante  do crescimento do cabelo para evitarmos a perda dele.

7  Óleo de linhaça e óleo de oliva

Quando os méritos de gorduras boas são elogiados, os óleos vegetais vêm à mente. Fornecem ácidos graxos essenciais (ômega-3) que melhoram a textura do cabelo.

8 Amêndoas e nozes de todos os tipos

Ricos em  vitamina E que promove o crescimento do cabelo, estimula a circulação sanguínea e nutri o couro cabeludo.

9 Ostras

Mais uma vez, as ostras são destaque … mas por um motivo diferente de sedução. Esses moluscos são ricos em zinco, um mineral que fortalece o sistema imunitário e fortalece o fio do cabelo deixando-o menos quebradiço.

10 Algas, sim!

Algas (alga marinha, kombu, wakame, dulse e nori como são conhecidas algumas espécies) são uma verdadeira mina de ouro com o seu conteúdo nutricional de vitaminas A, B e C e zinco. Estas maravilhas marinhas, portanto, mantêm o crescimento do cabelo, além de serem baixas em calorias .

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Dieta Dukan – Berinjela recheada

Aqui eu venho com mais uma receita da Dieta DukanBerinjela recheada. É um bom prato para quem faz a dieta e até mesmo para compartilhar com o resto da família, uma vez que elas são muito saborosas e saudáveis, mesmo para quem  não faz dieta.
Recheada com carne moída, cebola, e pimentão e do próprio miolo da berinjela. Um prato que vai levar apenas alguns minutos de fácil preparação conforme os explico abaixo.

Por pessoa:
• 1 berinjela média
• 150 gramas de carne bovina móida
• 1/2 pimentão vermelho
• 1 cebola média
• 2 colheres de (sopa) de tomate maduro picado
• Sal e pimenta a gosto
Opcional> 1 porção de queijo 0% de gordura  para gratinarstuffed aubergine

Preparação:

• Corte a berinjela ao meio longitudinalmente.
• Faça um cortes transversais não muito profundos do lado da pele e cozinhe-as em forno quente até que o miolo esteja macio.
• Espere esfriar e retire o miolo com uma colher. Reservá-lo para o refogado da carne.
• Cozinhe a cebola picada e o pimentão em uma panela com algumas gotas de azeite de oliva.
• Adicione a carne e deixe cozinhar até que fique um refogado solto.
• Adicione o miolo da berinjela..
• Adicione os tomates refogados com o pimentão e tempere a gosto. Deixe cozinhar em fogo baixo por alguns minutos.
• Rechear as duas metades da berinjela.
• Coloque os pedaços de queijo 0% de gordura sobre elas e gratinar no forno alguns minutos.

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Diminuir o consumo de sal: 7 conselhos práticos

Brasileiro consome mais que o dobro de sal das 5 gramas diárias recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A ingestão excessiva de sal é um importante fator de risco para a hipertensão arterial, que por sua vez aumenta a chance de doenças cardíacas e derrames. De fato, a Agência Espanhola de Segurança Alimentar e Nutrição (AESAN) observa que a redução da ingestão de sal pela metade “poderia evitar milhares de mortes a cada ano de isquemia cerebral e acidente vascular cerebral”. No entanto, apesar das advertências e recomendações bem claras, nem sempre parecem fáceis de alcançar esse objetivo. O interessante é que o gosto pelo sal é adquirido, de modo que, você pode modificar e reeducar o seu paladar. Quanto menos sal é ingerido, a preferência por ele também diminui.  Basta seguirmos as seguintes dicas: Sal (ThinkStock)

  1. Coma mais alimentos frescos, que contêm menos sódio.
  2. Reduza o uso do sal no cozimento e deixe cada comensal adicionar a quantidade que desejar em pratos individuais, como saladas.
  3. Temperar com especiarias e ervas aromáticas ajuda a reduzir gradualmente a adição de sal aos pratos.
  4. Cozinhar alimentos a vapor: ajuda a conservar melhor o teor natural de sódio do alimento.
  5. O perigo está  nos alimentos processados (industrializados) ​​por conterem altos níveis de sódio . Deve-se reduzir a ingestão de produtos industrializados, e em caso de consumí-los, escolha aqueles feitos com menos sal ou sódio (ver as informações nutricionais do produto).
  6. O sal grosso, por seu sabor mais forte, permite usarmos menores quantidades.
    Substituir o sal comum por um de baixo teor de sódio, aportará a metade do conteúdo de sódio do sal comum.
  7. Para assegurarmos dos nossos adequados hábitos alimentares, frequentemente devemos observar os rótulos dos alimentos que  expressam o teor de sal, em gramas (g).

O sódio, embora usado ​​como sinônimo, não é sal. Portanto, para verificarmos  a quantidade exata de sal em um produto industrializado, basta multiplicarmos por 2,5 as  gramas de sódio indicadas no produto. Assim, se a etiqueta de uma lata de atúm em escabeche relata que as 100 gramas do produto contém 0,59 g de sódio, o que significa em realidade é que ele contém 1,47 g de sal.

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Confeitaria Dolce Monastero

Caros amigos,

Tenho o prazer de compartilhar com todos vocês a Confeitaria Dolce Monastero

É uma empresa especializada em Bolos e Doces para eventos de pequeno a grande porte. Com receitas únicas que agradam a todos os paladares.

Comprovem! Aprovado pelo Cocar Café Gourmet

dolce monastero

 

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Os alimentos que são um perigo para a sua saúde

Intoxicação ou alergia alimentar podem ser tão perigosas à saúde quanto um envenenamento. O problema pode se manifestar como uma simples coceira na pele ou como uma fatal alteração na circulação sanguínea.

Em casos mais graves, dependendo da porção ingerida ou da toxidade do alimento, pode haver choque anafilático (uma queda rápida da pressão arterial) e interferência na capacidade respiratória do indivíduo.

“Os produtos que podem causar alergia estão mais relacionados à intolerância individual, mas alguns são mais recorrentes do que outros”, afirma Anita Sachs, do Departamento de Medicina Preventiva da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Amendoim
Divulgação
Como aperitivo ou para incrementar pratos e sobremesas, este ingrediente pode causar reações fatais. O amendoim está entre os cinco alimentos mais alergênicos e causa, só nos Estados Unidos, 15 mil internações e 100 mortes por ano. Semelhante às demais reações alérgicas, os sintomas mais comuns são coceiras e vermelhidão na pele, formigamento ao redor da boca, diarreira, náusea, vômitos e dificuldade para respirar (em casos mais graves).

Um dos motivos para números tão altos, apontam os especialistas, é que nem sempre a utilização de amendoins é alertada em cardápios ou composição de industrializados.

Cogumelo

Acredita-se que existam cerca de 60 mil espécies de cogumelo em todo o mundo. Embora 80% sejam comestíveis, cerca de 4,5 mil são venenosos. É possível tratar um envenenamento por esse alimento caso ele tenha sido ingerido em pouca quantidade. No entanto, doses mais altas podem causar danos irreversíveis para rins, fígado e coração, podendo levar à morte. Os sintomas de envenenamento são vômitos, sede intensa e dor abdominal. Por isso, é preciso muito cuidado ao consumi-los. Os especialistas recomendam ater-se às variedades mais conhecidas como o paris, o shimeji e o shiitake.

Presunto cru ou defumado

O presunto pode ter um bacilo chamado “Clostridium botulinum”, que causa uma intoxicação específica não tão desconhecida: o botulismo. Seus sintomas vão de diarreia, dores de cabeça e vômitos a visão dupla, perturbação do olho e até a parilisia dos músculos respiratórios, levando à morte.

“Para evitar esse tipo de problema, a recomendação é dar o tratamento térmico adequado às conservas, manter os produtos em locais frescos, e sempre utilizar matérias-primas de boa qualidade”, indica a nutricionista Gabriella Guerrero, da Consultoria Nutriessencial.

Queijo coalho e outros derivados do leite

O cheiro do queijo na brasa chega a dar água na boca. Mas quem não resiste ao vendedor que passa pela praia com o famoso quitute, pode estar correndo um risco. “Se não for de boa qualidade e conservado adequadamente, qualquer produto derivado do leite pode resultar em brucelose”, avalia a nutricionista Anita Sachs.

Os primeiros sinais são suor excessivo, febre e calafrios. A progressão da doença, causada pela bactéria Brucella, costuma ser lenta, mas dificilmente é fatal. Se não for tratada, pode trazer problemas nas articulações e na visão. A recomendação é utilizar somente leite e derivados pasteurizados e de procedência conhecida.

Cachorro-quente

Divulgação
O maior problema com relação ao cachorro-quente é seu alto índice de contaminação: ele está entre os cinco alimentos mais contaminados, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), do governo do Estado de São Paulo. O perigo, neste caso, está na salsicha, que pode contar a bactéria Listeria monocytogenes e causar diarreia e fortes cólicas abdominais.

A sugestão é não consumi-lo em carrinhos ou quiosques de rua. Se bater aquela vontade, faça um lanche em casa ou procure um estabelecimento de confiança.

Ostras

Consumidas ao natural, as ostras representam um risco potencial para a saúde. “Elas se alimentam filtrando partículas e germes em suspensão na água, acumulando bactérias do gênero Vibrio, que causam infecção como a gastrenterite, isto é, inflamação do estômago e intestinos”, alerta Gabriella Guerrero.

Além disso, pode haver problemas na conservação do alimento. Observar a higiene e as condições de armazenamento do local são essenciais para evitar maiores transtornos. Os principais indícios de uma intoxicação por ostra são febre, náuseas, vômitos e diarreia.

Carpaccio e outras carnes cruas

A toxoplasmose, doença infecciosa causada por um protozoário chamado Toxoplasma gondii, pode ser resultado do consumo de carnes mal passadas ou cruas. Em geral, apenas 10% dos infectados apresentam algum sintoma, que costuma ser uma inflamação nos gânglios. No entanto, no caso de pessoas com resistência imunológica baixa a doença se manifesta com dores de cabeça, nos músculos e articulações, cansaço e, em casos graves, alterações visuais e comprometimento da retina (cegueira).

Ovo

A salmonelose é a contaminação mais conhecida pelos brasileiros e, em geral, está relacionada à ingestão de ovo mal cozido. Segundo o biomédico Roberto Figueiredo, um em cada 200 ovos em uma granja pode conter a Salmonella. No entanto, a doença também é transmitida por meio de outros alimentos de origem animal como o leite e a carne. Diarreia, dor na barriga e febre são os principais sintomas e se manifestam 12 a 72 horas após a infecção. É preciso ficar atento para que não haja desidratração do organismo. A dica é optar pelo produto pasteurizado.

Fonte: iG

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Nova seção “Receita da semana”

Caros amigos,

O Cocar Café Gourmet publicará semanalmente uma receita como sugestão e de fácil preparo para vocês.  calendario

Abram um bom vinho e coloquem a mão na massa. Descubram em companhia da família e amigos o prazer de cozinharem juntos.

Inauguramos essa seção com uma saborosa salada de penne com vegetais grelhados. Para seguirem as receitas que serão publicadas, basta localizarem o link “Receita da semana” que se encontra em “Categorias”.

Saudações,

Cocar Café

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Truque de preparo para o pimentão

Muitas pessoas reclamam do pimentão por ter um sabor forte e causar-lhes uma digestão desagradável. Pois bem, existe um truque para prepará-lo sem causar esses transtornos. pimentão

Basta retirar o  miolo com todas as suas sementes e também as “nervuras” esbranquiçadas que se encontram no seu interior . Assim de fácil! Agora poderá consumi-lo sem medo e aproveitar do seu alto valor nutricional.

Voilà

Cocar Café Gourmet

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Salada de penne com vegetais grelhados

ingredientes (4 porções)

300 g de penne
1  tomate médio maduro (sem polpa)
1 tomate médio verde (sem polpa)
1 berinjela média
1 abobrinha média
1 pimentão verde médio
1 pimentão vermelho médio
2  colheres (sopa) azeite de oliva
50 g pinhões
4 raminhos de manjericão
sal e pimenta Salada de massa

Corte os tomates, pimentões, berinjela e abobrinha, todos bem lavados, em fatias finas. Salteá-los  em uma panela antiaderente com o azeite de oliva. O melhor é fazer essa etapa dividida em duas ou três partes, para que os legumes possam grelhar melhor. Reserve-os. Veja aqui um truque para preparar o pimentão e agradar a todos.

Cozinhe a massa, escorra -a bem e misture-a com os vegetais. Tempere a gosto com sal e pimenta. Doure os pinhões em uma frigideira sem óleo e polvilhe-os com o manjericão sobre os pratos servidos. Sirva imediatamente.

 

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